O Palhaço Triste
"Eu costumava pensar que a pior coisa na vida era acabar sozinho. Não é. A pior coisa na vida é acabar com pessoas que fazem você se sentir sozinho."
Trouxe alegria a milhões através do seu gênio cômico e de atuação, enquanto lutava silenciosamente contra profundas lutas pessoais.
O mundo conhecia Robin Williams como um turbilhão de energia, uma mente que se movia mais rápido que a luz, conjurando risos do nada. Ele era o gênio da lâmpada, a babá disfarçada, o professor inspirador. Mas por trás do riso maníaco e dos olhos brilhantes, havia uma alma gentil e sensível que sentia o peso do mundo com uma intensidade esmagadora.
Robin lutou contra a depressão e a ansiedade durante grande parte da sua vida, usando a comédia como escudo e espada. Fez o mundo rir para silenciar o choro interior. O seu arrependimento não foi um evento único, mas uma batalha contínua contra a escuridão que ameaçava consumi-lo. Frequentemente falava da solidão que sentia mesmo numa sala cheia de gente, um paradoxo cruel para um homem tão amado.
Nos seus últimos anos, lutou contra uma doença invisível que roubava a sua mente e o seu corpo: a demência com corpos de Lewy. A confusão, a paranoia e a perda de controle foram uma tortura para uma mente tão brilhante. A sua decisão final foi um ato desesperado de um homem que sentia que estava a perder a sua própria essência.
A sua morte chocou o mundo, revelando que mesmo aqueles que trazem mais luz podem estar a viver na sombra mais profunda. Deixou-nos não apenas com os seus filmes, mas com um lembrete comovente de sermos gentis, porque todos estão a travar uma batalha da qual não sabemos nada. O seu maior pesar poderia ter sido não se aperceber de quanto o mundo o amava realmente, não pelo que fazia, mas por quem era.
Robin Williams (1951–2014) foi um ator e comediante querido conhecido pelas suas habilidades de improvisação e ampla gama de personagens.
Chicago, Illinois.
Torna-se uma estrela de TV.
Ganha o Oscar.
Morre na sua casa na Califórnia.
Gênio Indomável: Ganhou um Oscar pelo seu papel dramático.
Aladdin: Deu voz ao icônico Gênio.
Oscar: Melhor Ator Secundário.
Globos de Ouro: Múltiplos prêmios por atuação.
Lembrado como um gênio cômico com um coração profundo e compassivo.
Morreu em 11 de agosto de 2014. A sua morte lançou luz sobre a saúde mental e doenças neurodegenerativas.
Sussurrando através do tempo